Eu ando todo samba/jazz. A vitrola tocando. Um abafado vindo com a brisa morna pelas janelas da casa. A pele cintila, respira, expira os últimos fungos e mofos, eu acaricio os pelos das pernas, cheiro os meus joelhos.
Uma preguiça, um calor Dorival.
Meus poros transpiram Belgrave Square, que desliza pelo meu rosto e evapora languidamente no ar. Os rapazes indianos de Whitechapel escorrem pelo meu tórax, os árabes de Edgware Road. Esse povoado é um mar de parabólicas.
Eu sou um homem esquisito. Acho cicatrizes extremamente sexy.
Queria ser lagarto em pedra quente.
Kuba, Turan, Wlodek, amores exóticos.
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