Eu me encontro, desde o final de dezembro, assim como que em uma espécie turbulenta de limbo. Nada acontece além de tumultos gerais.
Fui para lugares, vi pessoas, tudo ruim. Tudo irremediavelmente revirado feito praia depois de tsunami. Claro que eu considero a possibilidade de tudo ser eu. Egocentrismo serve até para autoflagelação.
Sobraram as memórias da praia mais linda do mundo na Bahia, a vontade de nunca mais ir onde não quero, a confirmação de algumas decepções, a reafirmação de algumas alegrias e a pior crise do cólon muito irritável que já tive na vida e que ainda não passou.
Além de tudo, sou tenso por perversão da natureza e ainda mais agora que parei de fumar.
Aqui não há carnavais. Tô me guardando pra quando 2015 chegar.
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