Genésio, o cão cachorro, aquela coisinha fofa que chegou aqui de olhos arregalados e trêmulo de medo, virou um coxinha mimado, um pequeno tirano que só faz o que quer quando quer. Verdadeiro monstrinho. Arrasta panos de chão pela casa, me faz passar os dias limpando xixi, cagou em cima do diário da Virginia Woolf, rasga o jornal onde devia fazer suas imundícies. Temo pelo meu futuro, acho que adotei um delinquente juvenil.
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