Para desespero da indústria farmacêutica internacional, o tal do Ebola não está se espalhando tanto quanto a campanha orquestrada para vender remédios às toneladas para governos pressionados por populações histéricas. Diferente do que aconteceu no caso da febre asiática, o que acabou deixando muitos países com um enorme estoque de medicamentos vencidos por falta de uso.
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