O ex-fofinho Genésio, o cão cachorro, antes tão branquinho e cheiroso, agora anda pela casa encardido, sebento e fedido. O bonequinho Christian Lacroix que eu comprei pra ele com tanto carinho, virou um trapo sujo. A manta de lã tão bonitinha foi desprezada em favor de um pano de chão. Ai de mim se não levo o bicho pra passear duas vezes ao dia. O único alívio que o pequeno déspota me concedeu foi aprender a fazer suas nojeiras no jornal na área de serviço. Genésio anda enchendo meus dias de alegria.
meu genésio são duas da mesma família: a peste negra, vulgo pestinha e a mancha negra, vulgo mancha. Eu levo pra passear (ou seja, mijar e cagar) 3 vezes ao dia. Eu dou comida, dou banho, dou carinho. Não trato como filhas mas também não trato como animais. São uma espécie de parentes queridas, o que já é muito. E agora que etou aqui passeando na tua ex-terra, admirando a chuva e os telhados de York, morro de saudades de quem? Dos filhos e amigos? Não, das pestes. Trata bem teu genésio porque são incondicionais e pra sempre. Bjs
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